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A água que afunda o barco

No dia a dia, quer desejemos ou não, enchemos nossas mentes e coração com coisas boas ou más, que uma vez dentro de nós ajudarão a obra do Espírito no processo de nossa santificação ou alimentarão as obras da carne afastando-nos da comunhão com Deus.

“Sobre tudo que se deve guardar guarda teu coração, porque dele procedem as fontes da vida.” Provérbios 4:23

“Conta-se que um barqueiro, experimentado, levava um executivo em um passeio marítimo quando foram surpreendidos por uma tempestade, as ondas chegavam a quase quatro metros de altura agitando o barco de um lado para o outro. O barco vai afundar! Exclamou o executivo clamando por alguma atitude do marinheiro. Este que vinha em sua direção compensando “no joelho” os desníveis do barco reponde com uma calma intrigante: “Não se preocupe! Toda esta água lá fora não tem poder para afundar o barco, a única água capaz de afundar o barco é a que conseguir entrar nele.”

Assim concluímos que para o barco não afundar é preciso duas atitudes vitais: a primeira é impedir que água entre e a segunda é jogar fora a água que entrou. Esta é uma grande verdade e por isso vemos que uma das funções dos marinheiros de qualquer embarcação é lançar fora a água que entra.

O mesmo se aplica à nossa vida espiritual. Rodeados pelo mar agitado do mundo somos continuamente “bombardeados” com toda sorte de situações que nos afastam de Deus, nos enchem com pecados que nos levariam a afundar.

Portanto, devemos guardar nossos corações e mentes impedindo que os pecados se instalem em nossas vidas.

Assim, tome muito cuidado com:

o que está assistindo na televisão...

o que está lendo...

o que está ouvindo e ganhando sua atenção...

Mantenha a água fora do seu barco, ou seja, mantenha o pecado longe da sua vida.

A segunda atitude vital é jogar fora a água que entrou, ou seja, não conviva com o pecado. O apóstolo João escrevendo aos cristãos do primeiro século (ano 96a.d.) nos lembra que o pecado está em nós: “Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós.” I João 1:8

Mas na seqüência o mesmo Apóstolo apresenta a solução que é: “Se confessarmos nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” I João 1:9

Ele está dizendo para não perdemos um minuto convivendo com o pecado, mas imediatamente nos livrarmos dele através do perdão do Senhor Jesus, que ainda nos purifica da injustiça.

Se deixarmos o pecado lá em nosso interior, virão outros e outros até nem percebermos mais a sua presença maligna e ficamos cada vez mais próximos de um naufrágio espiritual.

Assim o desafio é: não deixa a água do pecado entrar no barco da sua vida, e quando isto acontecer jogue fora imediatamente buscando o perdão do Senhor Jesus. Examine-se pelo menos uma vez ao dia, à noite antes de dormir e peça perdão dos seus pecados.

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