
Nesta entrevista, o historiador Jared Diamond mostra porque as nações prosperam. No final, ele discorre sobre as causas do declínio americano no cenário mundial. Entre outras coisas cita o anti-intelectualismo e o fundamentalismo evangélico que influencia negativamente o sistema educacional. Segundo ele, só pesquisadores medíocres negam a evolução; seria algo como rejeitar a lei de Newton, a esfericidade da terra ou o diagrama de Mendeleiev.
Vamos às considerações.
Em primeiro, se a evolução é inquestionável, deixou de ser ciência; virou dogma. A ciência avança só porque as novas descobertas são representadas por seus respectivos modelos científicos. Mesmo a linha evolucionária humana é sucessivamente revista diante das novas descobertas arqueológicas. Por enquanto o quebra-cabeça está incompleto. Quanto mais retroagimos no tempo, mais especulativa se torna a origem das espécies.
Em segundo, a Bíblia não é livro científico. Gênesis 1 diz que no principio a terra era vazia e amórfica. Deus a transformou, criando vida a partir do zero em sete dias. Esses dias foram eras? Cabe aos cientistas descobrirem isso. Sendo Deus o autor, poderia fazer tudo em sete dias ou sete eras. Afinal, para Deus tudo é possível.
Em terceiro, temos que lembrar que a ciência moderna existe graças a cristãos como William Thompson, James Young Simpson, Louis Pasteur, Isaac Newton, Matthew Fontaine Maury e Johann Kepler. Para eles a lógica divina se manifesta na natureza.
Assim, muitos pesquisadores cristãos encaram a ciência como instrumento de pesquisa da criação. Francis Collins é um deles. Foi o diretor geral do Projeto Genoma até 2008 e tem sido reconhecido por numerosos prêmios e honras, incluindo a eleição para o Instituto de Medicina e a Academia de Ciências Norte-Americana. Lançou em 2006 o livro “A linguagem de Deus”, já publicado no Brasil.
Seria possível o “santo chá” facilitar o acesso a Deus?
Um bom diálogo pressupõe interlocutores fazendo bom uso da comunicação, ou seja, língua comum, interesse e conhecimento mútuo do assunto; tudo isso conduzido pela razão.
A razão, por exemplo, nos permite olhar para a lua em noite estrelada e ver mais do que um corpo celeste. Vemos beleza. Desperta sentimento. Quem sabe o seu brilho lembre a face luminosa da amada...
Da mesma forma, comunicar com Deus, exige razão. Afinal, “o SENHOR com sabedoria fundou a terra, com inteligência estabeleceu os céus”. (Pv 3:19).
Conforme Paulo, o culto a Deus deve ser racional (Rm 12.1). Somente assim poderemos experimentar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus (v.2).
Durante seu ministério Paulo enfrentou problemas com pessoas que tentavam adorar Deus de forma excêntrica como o uso de línguas estranhas. Ok, nada de errado em orar em línguas, desde que acompanhado de intérprete ou quando a sós com Deus. De forma clara o apóstolo exorta o povo a considerar o momento do culto solene e público.
— Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com a mente; cantarei com o espírito, mas também cantarei com a mente. (1 Co 14:15).
Assim, adorar a Deus é dialogar com Ele. Se quiser ser entendido, é preciso estar sóbrio, com total controle da razão. Seria muita falta de educação dirigir-se a alguém, estando dopado ou "em transe". Quanto mais diante de Deus!
Em várias ocasiões Jesus recebeu as crianças, abençoando-as (Mt 13), demonstrando, assim, seu cuidado especial por elas. Para Jesus, os que as fazem tropeçar merecem ser lançados no mar com uma grande pedra amarrada ao pescoço (Mc 9:42). Essa forte palavra reforça a responsabilidade de professores, pastores, tutores ou pais quando têm crianças sob seus cuidados.
Veja como Paulo exortava o jovem pastor Timoteo a permanecer fiel ao evangelho. Numa dessas cartas, o apóstolo lista as qualificações necessárias a um bispo. Entre elas, vida íntegra, esposo de uma só mulher, temperante, sóbrio, modesto, hospitaleiro, apto a ensinar, não dado a bebidas, sereno, pacificador, não avarento, bom chefe de família, bom pai e experiente na fé cristã (II Tm3).
Essa recomendação se justifica pelo perigo que rondava a igreja. Havia sinais claros de corrupção envolvendo parte da liderança. Sua indignação se faz evidente quando diz que “muitos andam entre nós, dos quais, repetidas vezes, eu vos dizia e, agora, vos digo, até chorando, que são inimigos da cruz de Cristo” (Fl 3).
Se naquela época já era assim, hoje a coisa está pior. Todavia, cabe a igreja sempre rever e se apegar aos princípios da fé evangélica.
Concluindo, vale para todos os cristãos a exortação que Paulo deu a Timoteo:
"Tu, porém, sê sóbrio em todas as coisas, suporta as aflições, faze o trabalho de um evangelista, cumpre cabalmente o teu ministério."( 2 Tm 4:5 )
O carnaval é um dos grandes eventos econômicos do Rio. O desfile das escolas de samba na Marquês de Sapucaí movimenta cerca de R$ 1 bilhão por ano (Sebrae-RJ). Some-se a isso mais US$ 528 milhões captados pelos 730 mil turistas que desembarcam na cidade.
Todo esse trabalho, suor e dinheiro pelo carnaval propiciam excepcional fonte de renda para os que vivem dele. Porém, para outros milhares de turistas, tanto brasileiros como estrangeiros, é o momento da diversão, da alegria; enfim, ser mais feliz.
No entanto, para o poeta, o carnaval é a ilusão que acaba na quarta-feira, pois a felicidade é algo intangível. Ela é como a pluma levada ao ar pelo vento. Se o vento parar de soprar, ela cai; volta a tristeza, o vazio.
Deus reconhece como legítimas a sede e a fome pela felicidade. A boa noticia é que ela é de graça:
– Ah! Todos vós, os que tendes sede, vinde às águas; e vós, os que não tendes dinheiro, vinde, comprai e comei; sim, vinde e comprai, sem dinheiro e sem preço, vinho e leite. Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão, e o vosso suor, naquilo que não satisfaz? (Is 55.1,2)
Deus é o vento (Espírito) que sustenta a felicidade:
– Inclinai os ouvidos e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá; porque convosco farei uma aliança perpétua, que consiste nas fiéis misericórdias prometidas a Davi. (v.3)
Assim, a realização individual não está na ilusão do carnaval, mas na realidade de Jesus, o caminho, a verdade e a vida (Jo 14.6)
O último dia do ano tem forte apelo emocional pelo seu simbolismo. É o reconhecimento de todas as experiências vividas durante o período, acalentar sonhos e a esperança da renovação ou mudanças em algumas áreas da vida. Assim, viajar, reunir familiares e amigos ou simplesmente apreciar o show pirotécnico seriam algumas formas de tornar especial a passagem para 2010.
O problema é que a distância entre o sonho e a realização é grande. O inicio pode ser bom, mas o caminho é sinuoso e estreito, o que pode acarretar interrupções e até uma possível desistência no meio da jornada. Isso acontece porque temos resistência (consciente ou inconsciente) às mudanças. Desta forma, a tendência é de que as coisas permaneçam mais ou menos do jeito que estão. O fim disso é a frustração.
Para que nossos sonhos e planos sejam realizados, precisamos mais do que boas intenções. Precisamos da ajuda de Deus. “Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia nele, e o mais ele fará”, diz a Bíblia em Salmos 37.5
Entregar significa submeter nossos sonhos a Deus. Ele faz os devidos ajustes de modo que busquemos o que realmente precisamos e não o que desejamos. Confiar, é esperar Nele, pois Nele, a esperança vira fato.
Esse incidente teve repercussão internacional e até agora o assunto está fervendo no meio acadêmico, ambiente supostamente imune às discriminações, tolerante às diferenças. Buscam-se agora os culpados em acusações mútuas.
Quem estaria certo e quem estaria errado?
Desde cedo aprendemos a distinguir o certo do errado, assim como se separa a cor branca da preta. Mas à medida que crescemos, percebemos que a fronteira entre o certo e o errado, entre o justo e o injusto, é larga e cinzenta, o que dificulta a sua caracterização.
Vemos caso similar no confronto entre Jesus e os fariseus, quando estes lhe trouxeram uma mulher surpreendida em adultério (João 8.1-11). Colocada em pé no meio de todos, disseram:
– Mestre, esta mulher foi apanhada em flagrante adultério. E na lei mandou Moisés que tais mulheres sejam apedrejadas; tu, pois o que dizes?
Jesus, sem nada dizer, limitou-se a agachar e rascunhar algo na terra com o dedo. O hiato temporal só foi rompido pela insistência dos acusadores. Por fim, disse ele:
– Aquele que dentre vós estiver sem pecado, seja o primeiro que lhe atire pedra.
Novo suspense... Até que, acusados pela própria consciência, foram-se retirando um por um, a começar pelos mais velhos até aos últimos.
Por fim, restando apenas Jesus e a mulher, disse:
– Nem eu tão pouco te condeno; vai e não peques mais.
Assim, todos, a provocante moça, os exaltados alunos e a precipitada reitoria, fariam bem se, a exemplo dos fariseus e escribas, parassem um pouco, refletissem em silêncio e deixassem a consciência falar por eles. Veriam que, em se tratando de questões morais, todos temos áreas obscuras a serem purgadas.
Jesus é a luz que dissipa a penumbra moral.
É normal qualquer pai de primeira viagem se sentir inseguro com a vinda do primogênito. Começa imaginando o que virá pela frente. Vislumbra a nova rotina e se vê, entre outras coisas, em meio à troca de fraldas, papinhas, insônia e idas e vindas ao médico.
Por outro lado, sabe que a alegria de ser pai compensa todo o “trabalho” e tenta se preparar da melhor maneira para ser o melhor pai do mundo.
No entanto, não há o momento em o homem poderia declarar: “Estou pronto!”. Existe sim a condição essencial para ser pai (e mãe): é o seu amor unilateral pela criança que está sendo gerada. Unilateral porque a criança nada pode fazer para ser amada, a não ser esperar confiante de que os pais a amarão e farão o possível para garantir o sucesso da gestação.
Somente alguns anos depois, essa criança, em gratidão, poderá dizer: “papai e mamãe, amo vocês!” Sem dúvida, ouvir essa frase da boca do infante soa muito, muito doce.
Deus é exemplo de pai por excelência. Davi, hábil poeta, descreveu o cuidado divino por ele quando ainda estava na barriga da mãe. “Os teus olhos me viram a substância ainda informe, e no teu livro foram escritas todos os meus dias (Sl 139.16)”. O Seu cuidado vai desde a concepção até o crepúsculo da vida.
Temos que admitir que o tal médico disse a verdade ao afirmar que não estava pronto para ter um bebê.
Apesar disso, talvez ele não tenha percebido a dimensão do seu despreparo. O fato é que ele estava triplamente desqualificado: como marido, como pai e como pessoa.
Ele foi acima de tudo, "des-humano".
A Bíblia cita muitos cristãos que, pelo exemplo, arrebataram muitas vidas para Jesus; Ele mesmo se fez gente como nós, pobre, judeu e assumiu sobre si todo o pecado da humanidade. Em resposta ao seu gesto, milhões e milhões de pessoas abraçaram a fé, reconhecendo-o como o seu Salvador e Senhor.
Hoje, somos nós que levamos evangelho às pessoas. Somos os embaixadores de Jesus (2 Co 5.20).
Nessa linha de pensamento, Evanir também quis sinceramente provar sua fidelidade a Deus. Como ela mesma disse, “se eu sou cristã, sou cristã na vida e no trabalho, não dá para ser pela metade".
De fato, devemos ser cristãos de tempo integral, sem compartimentar a vida segundo nossas conveniências. Agora, será que Evanir honrou mesmo Jesus tomando essa atitude? O exemplo dela inspira a fé cristã entre suas colegas e superiores?
Acho que nesse caso as respostas seriam duplamente negativas. Explico.
Em primeiro, ela honrou mais o costume de uma igreja do que propriamente Jesus. Há igrejas que adotam em seus cultos o uso de saia ou véu para as mulheres e terno e gravata para os homens. Devemos separar bem a cultura cristã da essência cristã. De acordo com Jesus, o que identifica o cristão é o amor a Deus e ao próximo.
Em segundo, as pessoas são suficientemente inteligentes para perceber o que é bom para elas. O povo está sedento de coisas que alimentam a alma e não bizarrices. Paulo disse que “o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo (Rm 14.17)”. Quem tem isso, tem seguidores.
Assim, ler a Bíblia inteira, praticar filantropia, buscar a santidade, orar pelos necessitados seriam alguns exemplos de votos que levam pessoas a Jesus, sem causar prejuízos sociais ou morais para si ou para outros.
Segundo estimativa do Coaf, Macedo teria amealhado um patrimônio pessoal de US$ 2 bilhões, sendo considerado o "chefe da quadrilha" que desviaria dinheiro dos dizimistas para projetos pessoais.
Quem passa diante de um dos templos da Universal pode ler o bordão em letras douradas: “Jesus Cristo é o Senhor”. Mas o que o Senhor diz a respeito das riquezas? Vejamos:
a) [...] Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? Assim é o que entesoura para si mesmo e não é rico para com Deus (Lc 12.20,21)
b) Ora os que querem ficar ricos caem em tentação e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição (I Tm 6.9)
c) Exorta os ricos do presente século que não sejais orgulhosos, nem depositem a sua esperança na instabilidade da riqueza, mas em Deus que tudo nos proporciona ricamente para nosso aprazimento, que pratiquem o bem, sejam ricos de boas obras, generosos em dar e prontos a repartir (I Tm 6.18)
d) E o Deus da esperança vos encha de todo o gozo e paz no vosso crer, para que sejais ricos de esperança no poder do Espírito Santo (Rm 15.13)
Para ostentar que Jesus é o Senhor dessa igreja, é preciso seguir o exemplo do Senhor, cuja vocação são pessoas e não rádios, financeiras, turismo, imobiliárias, aviões ou TVs...
Creio que há muitos cristãos verdadeiros na Iurd, mas, quanto à liderança, tenho lá minhas dúvidas.
O procurador regional dos Direitos do Cidadão e autor da ação, Jefferson Aparecido Dias, acha que Estado deve proteger todas as manifestações religiosas sem privilegiar uma.
Para analisarmos a procedência ou não do argumento do procurador, temos que considerar tanto a tradição católica brasileira como também a natureza do cristianismo.
Em primeiro, o povo brasileiro sendo tradicionalmente católico absorveu profundamente o cristianismo em toda sua cultura. Desta forma, os símbolos cristãos estão em toda parte. Vão desde pequenos objetos de decoração nos lares até nomes de grandes cidades como São Paulo e Salvador ou imponentes estátuas como o Cristo do Corcovado (que fica num local público!). Pelo menos até agora todos ou quase todos levam essa tradição “numa boa”.
Agora, se o problema é a ofensa, retirá-los somente das repartições públicas resolve? Acho que não, pois isso é uma gota no mar dos símbolos. Além disso, a maioria dos cidadãos estão mais preocupados em serem bem atendidos e do que em fiscalizar as instalações.
Em segundo, o cristianismo é Jesus, o Filho de Deus. Símbolos tem sua importância, mas são meros objetos e representações. Adoramos ao Deus vivo e onipotente, que um dia veio a este mundo na pessoa de Jesus. Sua vinda teve caráter restaurador em todos os aspectos da vida, agora e eternamente.
Jesus não invade a vida de ninguém, pois isso contraria o principio do amor, que nasce da espontaneidade e não da força.
Assim, o Jesus que anunciamos não está em paredes, mas dentro de nós. E quando temos algo que nos faz muito bem, temos o desejo de repartir com aqueles que nos são importantes. Para Jesus não existe cidadão, existe pessoa.
Michael faria a partir de 13 de julho uma sequência de 50 concertos em Londres, promovida pela AEG Live, que já começou a devolver os ingressos adquiridos pelos fãs do cantor. Seu retorno era muito esperado e essa expectativa pode ser medida pela rapidez com que os ingressos foram vendidos: dez minutos!
A repentina morte do astro coloca em evidência a falibilidade dos projetos humanos. È natural que sejamos previdentes, porém, ninguém sabe o que o futuro nos reserva. Somos seres frágeis e limitados como bem definiu Tiago:
–Atendei agora, vós que dizeis: Hoje, ou amanhã, iremos para a cidade tal, e lá passaremos um ano, e negociaremos e teremos lucros. Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois apenas como neblina que aparece por instante e logo se dissipa (Tg 4.13-14).
Tiago então afirma que isso deveria nos fazer menos arrogantes e pretensiosos, reconhecer que precisamos firmar nossas expectativas em base mais sólida:
– Em vez disso, devíeis dizer: Se o Senhor quiser, não só viveremos, como faremos isso ou aquilo (v.15)
Que o Senhor nos ensine a “contar os nossos dias (Sl90.12)” e que “seja sobre nós a graça do Senhor nosso Deus (v.17)”.
Perls diz que as pessoas mais longevas além de ter bons hábitos alimentares, não fumar e praticar exercícios, chamam atenção pela alegria e facilidade de estabelecer relacionamentos importantes e saudáveis, o que atenua o isolamento e a depressão. Apesar do stress que a vida moderna impõe, conseguem contornar as dificuldades e vão tocando a vida.
Essas descobertas surpreendem os geriatras, mas o segredo a longevidade já foi revelada pela Bíblia há milhares de anos. O que a Bíblia diz a mais é que a serenidade e a alegria vêm de Deus, que é a fonte da vida.
Se olharmos para o mundo, veremos que há poucos motivos para vivermos alegres, porém, Jesus veio do alto para trazer vida, vida em abundância. O livro de Provérbios confirma e complementa a tese de Perls:
1) O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos (17.22)
2) O sereno de espírito é homem de inteligência (17.27);
3) O solitário busca o seu próprio interesse (18.1);
4) Palavras agradáveis são como favo de mel, doces para a alma, e medicina para o corpo (17.24);
5) Teme ao Senhor e aparta-te do mal; será isso saúde para o teu corpo (3.7-8);
6) O temor do Senhor prolonga os dias da vida, mas os anos dos perversos serão abreviados (10.27);
7) O ânimo sereno é vida do corpo, mas a inveja é a podridão dos ossos (15.30).
A bandeira arco-íris é hoje o símbolo gay mais popular. Foi criado pelo artista Gilbert Baker, que pensou num símbolo que unisse todos os gays, e foi inicialmente usado na parada do orgulho gay de San Francisco. As cores significam a diversidade e a sua junção à tolerância.
Depois dessa parada (1979), essa bandeira passou a ser aceita pelo movimento mundo afora.
Além dos gays, esta bandeira pode ser encontrada nas antigas culturas Africana, Americana e Grega. Foi também usada durante a Guerra dos Camponeses, no século XVI, na Alemanha, como sinal de esperança na nova era.
Embora hoje o uso da bandeira arco-íris seja diverso, o primeiro simbolismo atribuído ao arco-íris está na Bíblia. Esse fenômeno natural foi associado à aliança entre Deus e a humanidade incluindo toda a criação. O surpreendente relato de Gênesis 9, mostra Noé e seus filhos saindo da arca atracada no gelado Monte Ararat, atual território turco. O navio ficou mais de um ano flutuando sobre as águas que cobriram todo o planeta. Essa catástrofe dizimou incontáveis espécies de animais e plantas que desapareceram para sempre; tudo consequência da loucura humana que obrigou Deus a dar um basta.
Deus aponta ao fiel Noé o arco-íris que surge no céu e o indica como símbolo do amor divino, promessa de restauração e preservação contra novo dilúvio. Em seguida ordena o recomeço, o povoamento, o uso responsável dos recursos naturais tendo como base o bem, a verdade, o amor e a justiça, conceitos que emanam do Criador.
Assim, o arco-íris é, antes de tudo, um símbolo cristão. O movimento gay prega a tolerância, que é diferente de amar: tolerar é não agredir quem, no fundo, odiamos.
Jesus, ao contrário, não ensinou a tolerância, mas o amor ao próximo:
– Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento; e: Amarás o teu próximo como a ti mesmo (Lc 10.24)
Nilton Marinho foi ao Galeão se despedir de Nelson, seu irmão, que embarcava rumo a Angola, feliz com o novo emprego. Já no aeroporto, ele conta como o pequeno gesto do irmão chamou sua atenção:
– Ele se despediu de mim. Ele não tinha costume nem de me abraçar, me abraçou.
Esse abraço significou muito para Nilton, pois o que era para ser o abraço do “até breve”, se tornou o do “adeus”. Seu consolo foi vê-lo partir feliz e cheio de planos.
Quanto aos demais parentes e amigos que ficaram, não foi diferente. Todos se despediram esperando o reencontro. Infelizmente, a noticia do acidente provocou profunda comoção e tristeza, pois o que era para ser uma separação temporária, se transformou em definitiva.
Para eles, o último abraço, o último beijo e declarações como “eu te amo”, “vou me lembrar de você” e “até breve” vão ficar como presente carinhoso aos que partiram para sempre.
O apóstolo Paulo fala que embora a tristeza da perda seja inevitável, a esperança do reencontro não morre. Somos mais do que carne, sangue e ossos. Temos uma parte de nós que não morre, que é o espírito. Ele conforta aos irmãos dizendo:
– Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para que não vos entristeçais como os demais, que não tem esperança. Pois se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará juntamente em sua companhia os que dormem. (I Tes 4.13).
Assim, nossa despedida nunca é para sempre, pois os que estão em Jesus, haverá o reencontro cheio de alegria.
[...] Imagine não existir nenhum país
Isso não é difícil de se fazer
Nada pelo qual matar ou morrer
E sem religião também
Imagine todas as pessoas
Vivendo a vida em paz... (John Lennon)
Sempre gostei da melodia da canção “Imagine”, mas da letra nem tanto, pois quando confronto o ideal da letra com a realidade, me faz pensar que são incompatíveis. Vejamos, por exemplo, o assunto do momento.
O coreano do conjuntinho verde não precisa de ideais para matar ou morrer. O povo passa fome, o país depende de ajuda externa para se manter. A despeito disso, investe 30% do PIB para equipar o quinto maior exercito do mundo e desenvolver armamentos nucleares. Ele gosta mesmo é de alimentar seu narcisismo patológico e mania de grandeza.
Kim Jong-Il também odeia religião. Pode se dizer que a Coréia é um país ateu, pois 70% da população não professa nenhum credo. O restante é sistematicamente perseguido, especialmente os cristãos cuja fé só existe na clandestinidade. O ditador faz a vez de deus, pois é comum ver miseráveis se ajoelhando agradecidos pela “boa” vida que desfrutam, diante da gigantesca foto do baixinho. Lá não há religião, mas também não há paz. Só medo.
Paz e a harmonia não se estabelecem pela ausência de ideais ou de religião. A base da intolerância, das disputas e das guerras está na maldade nata do ser humano, que faz uso de todos os meios para defender o que é seu.
Como imaginar “vivendo a vida em paz”, se a cada dia aumenta a fila daqueles que querem ter sua bombinha? Iranianos, coreanos e terroristas que o digam.
Desse jeito só resta ficar imaginando o que Pedro quis dizer com “os céus passarão com estrepitoso estrondo e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas (2 Pedro 3.10). ”
A reportagem comenta a obra The Narcissism Epidemic (A Epidemia do Narcisismo), de Jean M. Twenge e W. Keith Campbell. Eles sustentam que uma compulsão narcisística permeia toda a cultura americana atual.
Embora o narcisismo seja evidenciado em celebridades, ela está presente em todas as pessoas, em maior ou menor grau. Poderíamos dizer que o equivalente de narcisismo é egolatria, auto-adoração, que atinge a todos, independente de idade, sexo, credo ou posição social.
Paulo percebeu sintomas de narcisismo na igreja e por isso recomendou aos cristãos romanos (Rm 12.2-4):
– E não vos conformeis com esse século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente [...]
A igreja é a nova sociedade em Cristo, portanto, deve ser essencialmente diferente do mundo:
– Porque pela graça que me foi dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo, além do que convém, antes, pense com moderação segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um.
Paulo usa como analogia o corpo humano, que só funciona bem com a perfeita integração dos membros, cada um cumprindo a função que lhe cabe, sem se achar melhor que o outro.
Jesus deu o maior exemplo, pois ele “subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana (Fl 2.6,7).”
Segundo os primeiros elementos da investigação, a tragédia, na qual os noivos também morreram, tem relação com uma rivalidade entre famílias deste pequeno povoado curdo de 300 habitantes, próximo da cidade de Mardin. (AFP, 06/05/09; em 09/05/09)
Poucos meses antes de casar precisei subir a favela do Borel no Rio de Janeiro a fim de visitar uma instituição que cuida de crianças carentes. Sabendo do perigo, “lembrei” a Deus:
– Senhor, tu sabes que estou de casamento marcado.
Aí Lhe fiz um pedido:
– Se é chegado meu dia (de partir), peço que adie para depois do casamento...
Felizmente desci o morro sem maiores problemas, não ser um tiroteio entre a policia e os traficantes de drogas e algumas balas atingiram a sede da instituição.
O casamento é de tal importância que divide nossas vidas em antes e depois. Não foi diferente para o casal turco. Devem ter investido muito amor, tempo e dinheiro para a festa, para a nova casa, para a compra de móveis e utensílios domésticos. Logo esse lar se completaria com a chegada dos filhos, que estariam correndo e brincando, alegrando ainda mais a nova família e seus queridos.
Infelizmente as balas interromperam seus sonhos. Como símbolo do que essa união poderia ter sido, foram enterrados juntos.
O casamento é idéia de Deus (Gn 2), que abençoa a todos que desejam se casar. Mas essa instituição está sob fogo cruzado. Vários projéteis ameaçam destruir os sonhos dos noivos. Infidelidade, inflexibilidade, egoísmo, insensibilidade são alguns deles. Por isso Paulo recomendou que casais se espelhassem no amor de Cristo pela sua igreja (Ef 6):
– Maridos, amai vossas mulheres como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela (v.25).
E completa dizendo:
– Não obstante, vós, cada um de per si, também ame a sua própria esposa como a si mesmo, e a esposa respeite a seu marido (v.33).
"Nós não temos indícios de uma proliferação sustentada fora da América do Norte", afirmou ele à imprensa. "Nós ainda estamos na Fase 5. "No atual momento eu ainda diria que uma pandemia é iminente, porque nós estamos vendo a doença se espalhar", acrescentou Ryan. "Neste ponto, nós temos que esperar que a fase 6 será alcançada, temos que ter esperança que ainda não tenha sido". (Reuters, 02/05/2009).
Esse quadro terrível de pandemia que se desenha no mundo nos faz lembrar das palavras de Jesus, que disse em Lucas 21:
– Haverá grandes terremotos, epidemias e fome em vários lugares, coisas espantosas e também grandes sinais do céu (v.11).
Tais fenômenos seriam em escala mundial afetando tudo e a todos:
– Pois há de sobrevir a todos os que vivem sobre a face de toda a terra (v.35).
De acordo com Jesus, chegaremos ao ponto em que o futuro da humanidade estará ameaçada por guerras, intolerância religiosa (especialmente a fé cristã), desintegração da família e extrema corrupção moral.
Quando a humanidade estiver à beira da destruição total (v.25,26; Ap 6, 8, 9,16), Deus intervirá, Jesus surgirá entre as nuvens, evitará o pior e reescreverá a história (v.27,28), inaugurando uma nova era.
Jesus narrou essas profecias desejando que as pessoas se aproximassem mais de Deus, refletindo mais profundamente sobre a condição que cada um se encontra diante de Deus:
– Acautelai-vos por vós mesmos, para que nunca vos suceda que o vosso coração fique sobrecarregado com as conseqüências da orgia, da embriaguez e das preocupações deste mundo, e para que aquele dia não venha sobre vós repentinamente, como um laço (v.34).
Os quadros, a maioria paisagens, fazem parte de uma coleção de documentos históricos que será leiloada no dia 23 de abril em Shropshire (oeste da Inglaterra). Para Westwood-Brookes, é difícil encontrar uma relação entre os quadros pintados por Hitler e seus atos como líder nazista [...]
"As pessoas esperam que suas pinturas reflitam imagens agressivas, temas militares, batalhas e gente sendo assassinada, mas não há nada em sua produção que sugira isso", disse. (EFE, 25/03/2009)
A psicologia mostra que toda pessoa tem um lado oculto da personalidade. Esse lado pode estar invisível para os outros ou para si mesmo. Como o próprio Brookes disse, é difícil imaginar que uma pessoa dedicada à arte, a natureza, a beleza, ao desenvolvimento da sensibilidade humana, tenha se transformado naquele monstro que dizimou seis milhões de pessoas pela fome, fornos e câmaras de gás.
Mas a Bíblia revela o que está bem escondido lá dentro:
"Enganoso é o coração, mais do que todas as cousas, e desesperadamente corrupto, quem o conhecerá?" (Jr 17.9).
Deus não se deixa levar pelas aparências, pois Ele disseca o coração, ou o subconsciente, numa linguagem mais técnica. Nossos pensamentos também estão escancarados perante Ele (v.10). Então seu julgamento é sempre justo e perfeito.
A despeito da corrupção, ainda carregamos resquícios da imagem e semelhança de Deus(Gn 1.27). O bem e mal compõe a dualidade da natureza humana.
Assim, a resposta de Deus para devolver-nos a forma original da criação foi Jesus. E isso lhe custou muito, muito caro. Por isso o amor é divino (Jo 1).
A repórter usa o termo “triste novidade” ao constatar o ensino do criacionismo nas aulas de biologia.
Bem, acho isso exagero, não porque tenha ojeriza ao evolucionismo, mas porque creio ser historicamente importante mostrar o desenvolvimento do pensamento das origens que culminou em Darwin.
A edição do livro tem apenas 150 anos, porém, a Bíblia tem milhares de anos. Ambos são legados do conhecimento humano. Então, há o valor histórico do ensino, mesmo que tenha fundo religioso. É claro que muitos não aceitam a explicação bíblica, mas devem saber que ela existe e influenciou muitos cientistas que a usaram para criar seus modelos a partir da certeza de que há uma lógica e inteligência em tudo que existe que podem ser decifrados pelo uso da razão.
É preciso humildade. Não se pode dizer que o evolucionismo seja a explicação definitiva da origem das espécies. Pode ser que num futuro distante surja outro modelo substituindo o atual. Revisões são comuns na elaboração de modelos científicos.
Cristãos sensatos concordarão que a Bíblia mostra “quem foi” e a Ciência “como foi”. Na criação, há o sujeito Deus e na evolução, a Seleção Natural. Ciência e religião ainda podem andar juntas, pois no fundo ambas as explicações tem pontos em comum: Diz que a luz foi o início de tudo. A terra começou vazia, formou-se a atmosfera e a água, surge a vegetação, depois os seres animais na água, os terrestres e voadores e finalmente o homem (Gn 1)
O homem é a única espécie que fica fazendo perguntas difíceis e brigam para ver quem tem razão. Para os demais seres, isso não é importante. O que importa é viver a vida, pois há espaço para todos.
Essa coisa de fé é vista como assunto de religião. Rechaçam a idéia de se crer em Deus como ser pessoal e infinito, criador da terra, do universo, e das incontáveis espécies que habitam a terra, incluindo-se aí o homem.
Bom, a verdade é que crer na existência de ETs cai na mesma categoria da fé religiosa, mesmo que seja baseada em estudos e cálculos matemáticos, pois, como diz o próprio cientista, é preciso partir do principio de que há vida extraterrestre.
Por enquanto, nenhuma notícia de extraterrestres semelhantes a nós.
Isso deveria nos fazer repensar muitas coisas.
Fazemos guerras matando pessoas, poluímos a terra, levamos à extinção centenas de espécies e ainda sentamos sobre ogivas nucleares capazes de destruir o planeta dezenas de vezes. Seria isso lógico, considerando-se que inexiste outro lugar para irmos, nem há reposição de seres extintos? Estamos serrando o galho sobre o qual estamos apoiados.
Mas Deus, diferentemente dos ETs, já visitou nosso mundo, tomou a forma humana (Jesus) e se comunicou conosco (Jo 1). Ele mostrou o quanto somos especiais e únicos e veio nos salvar da destruição em todos os sentidos. E mais: não estamos sós no universo. Ele está conosco. Por isso um dos nomes de Jesus é Emanuel (Deus conosco).
É impressionante como a menina foi mantida viva ligada à máquina. Apesar de toda a tecnologia usada para prolongar a vida, chega a hora que a morte acaba nos levando.
Morrer deveria ser encarado como coisa natural, afinal tudo o que vive, algum dia perece e desaparece do mundo dos vivos.
Mas então porque ninguém quer morrer? Pelo menos, todos em sã consciência querem preservar a saúde, o bem-estar, consultando médicos, fazendo check-up, cuidando da alimentação e esticar a vida até quando der.
Saber que um dia morreremos é aterrador e evitamos ficar pensando nisso. Woody Allen, ator e diretor, certa vez disse: “Quando isso acontecer, eu nem quero estar lá!”
A Bíblia diz que a morte, pelo menos dos humanos, foi uma invasão na trajetória da vida. De acordo com ela, nascemos para viver e não para morrer. Nesse contexto, voltar a Deus seria algo muito menos traumático que a morte, virar pó e cair no esquecimento.
João ouviu a voz anunciando a grande notícia no final dos tempos: “Eles serão povos de Deus e Deus mesmo estará com eles. E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, a a morte já não existirá e não haverá luto... (Ap 21.3-4)”
Esse é o maior conflito árabe-israelense desde 1967. A criação do Estado de Israel em 1948 despertou a imediata ira dos países árabes, que até hoje não reconhecem sua existência.
A Inglaterra, que dominava a região, tentou barrar a efervescente imigração judia no pós-Holocausto, pois não queria se indispor com os árabes, fornecedores de petróleo.
Muitos tentaram um acordo permanente de paz, mas em vão.
As raízes da discórdia remontam a milhares de anos.
Gn 25.22-23, registra que Isaque e Rebeca tiveram filhos que “lutavam no ventre dela”. Aflito, Isaque orou:
– Se é assim, por que vivo eu?
Respondeu o Senhor:
– Duas nações há no teu ventre, dois povos, nascidos de ti, se dividirão: um povo será mais forte do que o outro, e o mais velho servirá o mais moço.
Essa guerra ainda terá muitos capítulos e envolverá grandes potencias mundiais. Parece que está se formando o cenário assustador de guerras, terremotos, anarquia e fome, descritos por Jesus (Mt 24).
A nossa esperança está em Jesus. A paz não está no mundo, mas naquele que um dia dirá:
– Tudo está feito. Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim (Ap 21.6).
O tipo de casamento quem vem ganhando mais espaço é o de homens divorciados com mulheres solteiras, que saltou de 4,4% em 1997 para 7,1% em 2007. Bem menos expressivo, mas também crescente, é o volume de mulheres divorciadas que casaram com homens solteiros, que passou, no mesmo período, de 1,9% para 3,7% dos casamentos registrados - um número baixo que o IBGE associa ao grande número de mulheres divorciadas que possuem a guarda dos filhos menores - 89,1% dos casos. Entre divorciados a taxa também cresceu de 1,1%, em 1997, para 2,5% em 2007. (Fonte IBGE, em 05/12/2008)
Indagado a respeito do divórcio (Mt 19), Jesus disse que o casamento é idéia de Deus e seu conceito remete à criação (Gn 3). Essa união é visceral, de corpo e alma (deixa o homem pai e mãe, e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne). Portanto, é mais do que mero contrato diante de testemunhas. Mais especificamente, o homem não deve separar o que Deus ajuntou.
Seus interlocutores, perplexos diante do paradoxo, em oposição ao que se via na sociedade, reagem:
– Se é assim, melhor não casar!
O Mestre explica:
– Nem todos são aptos para receber este conceito, mas apenas aqueles a quem é dado.
Jesus não proibiu o divórcio. Antes, mostrou que isso é conseqüência da dureza do coração humano, pois nada resiste a corações inflexíveis.
Assim, se você crê no casamento como instituição divina, ama a Deus e seus mandamentos e ama o teu próximo como a você mesmo (no caso seu marido ou sua mulher), estará pronto para aceitar o conceito de indissolubilidade do matrimônio.
Agora, se você não crê nisso, não faltarão motivos para “deixar a mulher e se unir a outra” ou “deixar o homem e se unir a outro”.
As palavras perdem o sentido original com o tempo. O termo “irmão” é incrível: diz tudo e nada ao mesmo tempo. Implica uma relação visceral, origem comum. Mas usa-se para chamar o amigo, o desconhecido, o desafeto, o “mano” e assim por diante.
O mesmo acontece com “evangélico”.
Antigamente referia-se aos cristãos da reforma protestante que queriam a moralização da cúria romana. Hoje, virou sinônimo de exploração, estelionato, dinheiro, dízimo, escândalo sexual, pilantragem. Entende?
Bom seria se voltássemos a usar os termos com a força que eles têm: "irmão" é "irmão" e "evangélico" é "evangélico". Porém, mais do que isso, Deus quer que o povo “evangélico” volte ao evangelho cujo sentido remete às Boas Novas (boas notícias) de salvação, vida eterna, desprendimento das coisas deste mundo. Evangelho é Jesus. O resto é enrolação.
Pense nas palavras do apóstolo Paulo: E rogo-vos, irmãos, que noteis os que promovem dissensões e escândalos contra a doutrina que aprendestes; desviai-vos deles. Porque os tais não servem a nosso Senhor Jesus Cristo, mas ao seu ventre; e com suaves palavras e lisonjas enganam os corações dos simples. (Rm 16.17,18).
[...] "Quando chega o fim do ano um quer um tênis, um quer uma calça. E o dinheiro não dá. Você vai ter que, em vez de dar uma calça, dar uma bermuda mais barata para um e, em vez de dar uma meia que venha até o joelho, dar uma meia pequenininha. É sempre um cobertor que não dá para cobrir o pé e a cabeça", afirmou. (Folha, 22/10/2008).
Tem hora que não dá para entender o discurso de Lula. Há pouco tempo afirmou que os brasileiros podem ficar despreocupados com a crise, dando graças a Deus porque ela (a crise) não atravessou o Atlântico. Depois tranqüilizou o povo afirmando que todos teremos um “maravilhoso natal em 2008”.
Mas agora suas reflexões sofreram uma considerável mudança como se vê acima. Talvez tenhamos que ficar preocupados não somente com a crise, mas também com os prognósticos do Presidente, pois ambos se mostram descontrolados.
O homem se alegra em dar resposta adequada, e a palavra a seu tempo, quão boa é! (Pv 15.23).
Imaginando uma situação oposta para o provérbio, ou seja, a resposta inadequada e a palavra fora do tempo só poderia trazer tristeza, certo?
Segundo pesquisas, Marta perderá a prefeitura de São Paulo para Kassab (51% X 39%). Na tentativa de reverter a situação o comando do PT levou Lula e o chefe de gabinete do presidente, Gilberto Carvalho (ex-seminarista) ao encontro com católicos e evangélicos, que torcem o nariz para ela por causa de seus projetos polêmicos, como a ampliação do direito ao aborto e a união civil entre homossexuais.
Essa propaganda, direcionada principalmente à comunidade cristã, lançava dúvidas sobre a orientação sexual de Kassab; um sofisma para pegar os incautos que veriam em Kassab a encarnação de tudo o que rejeitam em Marta. O prefeito negou que seja homossexual. Questionar o caráter de uma mulher ou homem com base no seu estado civil é no mínimo falta de bom senso.
Quando o poder está em jogo, muitos recorrem ao vale-tudo. Judas, Pilatos e Caifás, protagonistas da condenação de Jesus utilizaram o recurso. Judas entregou Jesus por ganância; Pilatos, medo e Caifás, inveja.
Sim, importava-lhes manter seus interesses em detrimento da justiça, verdade e o bem estar social. Israel desapareceu do mapa, conseqüência de sua insanidade política, social e religiosa (corrompida).
Mas Deus, o Pai, entregou Jesus, e ele se entregou a si mesmo para morrer por amor a nós, pecadores.
Assim, governantes que lançam mão de tais recursos para obtenção de vantagens geram reflexos profundamente negativos para a sociedade. Lembremos de Provérbios 29.12: “Se o governador dá atenção a palavras mentirosas, virão a ser perversos todos os seus servos.”
Em “A Era dos Extremos”, Eric Hobsbauwn, mostra que o século XX passou por duas fases bem distintas. A primeira, marcada pelas guerras, fome, pobreza, instabilidade política, social e econômica. Depois, a prosperidade material e tecnológica sem precedentes e relativa paz.
Nos últimos 50 anos quase todos os governos adotaram o lema “crescimento econômico e inclusão social com democracia”. A recente crise e intervenção do governo americano tanto no sistema financeiro como nas empresas capengas, colocam em cheque essa ideologia capitalista liderada pelos EUA, que sozinhos consomem 25% de tudo o que é produzido no mundo.
O lema se estruturou sobre dois pressupostos: de que os recursos da natureza seriam inesgotáveis e de que o crescimento econômico seria ilimitado. Ambos se revelaram ilusórios, pois os recursos se escasseiam e seriam necessários três planetas como o nosso para atender a demanda.
Esquecemos da ordem de Deus, que disse: “sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, e sobre todo animal que rasteja sobre a terra (Gn 2.38)”.
A ordem é crescer, sujeitar e dominar, mas o que se faz hoje é explorar e depredar. Criaram-se perversas desigualdades sociais regionais e mundiais, devastação da natureza colocando em risco a sustentabilidade da Terra. Talvez estejamos começando a pagar o preço do crescimento predatório.
Os cartazes trazem a frase: "Luizianne é contra a Bíblia e o povo de Deus. Diga não a Luizianne" e um telefone para contato com os responsável pela propaganda.
[...] Segundo ele, a campanha é um manifesto da Assembléia de Deus pelo fato de Luizianne ter vetado um projeto de lei que previa a manutenção de um exemplar da Bíblia nas bibliotecas das escolas municipais de Fortaleza (Folha ol, 11/08/2008, em 18/08/2008)
Os cristãos devem se engajar na política elegendo e sendo eleitos, apoiando candidatos que promovam o bem-estar social, a justiça e o desenvolvimento do país. Isso porque as mais graves questões da humanidade possuem clara conotação política: a fome, a exploração internacional, a ameaça de destruição total do planeta, a violação sistemática dos direitos humanos, especialmente dos menos favorecidos.
Sendo Deus o autor da vida e seu mantenedor sob os princípios da verdade, justiça e amor, defende os injustiçados, os indefesos e os marginalizados da sociedade.
A igreja, povo de Deus, é o agente transformador chamado por Jesus para ser sal e a luz deste mundo, ou seja, pede que os cristãos politizados sejam pessoas de bom senso, visando o bem maior da sociedade acima dos interesses particulares.
Nesse sentido, o ato da Assembléia de Deus de Fortaleza está fora do propósito. O mais sensato seria trabalhar essa questão na esfera da denominação, pois ter ou não Bíblias nas bibliotecas interessa mais ao segmento evangélico.
Pedir que o povo em geral negue voto a Luizianne Lins sob essa alegação pode ter efeito oposto ao desejado.
"Depois de vários testes, nós decidimos colocar Lin Miaoke no palco e usar a voz de Yang Peiyi", disse ele. "A razão por trás disso é que precisamos colocar os interesses do país em primeiro lugar." Usando em um vestido vermelho, Lin Miaoke, de 9 anos, encantou a platéia ao cantar Ode à Pátria durante a abertura da Olimpíada na sexta-feira passada [...] (BBC, 12/08/2008).
A China inunda o planeta com mercadorias “Made in China”. Um item comum são os brinquedos. Consumidores são atraídos a partir das embalagens dos produtos, cujas qualidades são exaltadas prometendo ação, emoção e luzes. Tudo muito barato e bonito.
Comprei um jogo de carrinhos da série Hot Wheels com pista para meu filho. Ao montar e manusear o brinquedo, logo me sobreveio certo ar de decepção. Os carrinhos emperram na pista, o elástico arrebentou, a roda se quebrou e assim por diante.
Nossa psiquê associa naturalmente o belo com a perfeição, pureza e qualidade. Os organizadores do evento sabendo disso colocaram na bela menina a voz que sua aparência “merecia”. O problema é que esse jeitinho gera um problema moral pela omissão desse detalhe ao público, alegando prioridade aos interesses do país.
Essa postura coincide com que a Bíblia fala da natureza humana: “Dar importância à aparência das pessoas não é bom, porque até por um bocado de pão um homem prevaricará (Pv 28.21)”.
Prevaricar (segundo Houaiss) é faltar ao cumprimento do dever por interesse ou má-fé. Então, o homem se corrompe maquiando a verdade quando há interesses envolvidos, mesmo que seja um pedaço de pão.
A China quer mostrar sua nova cara como superpotência mundial. Tudo deve ser mostrado com perfeição, mesmo maquiado.
Assim, a Bíblia revela dupla verdade: o homem mostra o feio como belo se isso for de seu interesse; Deus é perfeito e belo porque Ele é absolutamente justo, verdadeiro e amoroso.
"Adorai ao SENHOR na beleza da santidade; tremei diante dele toda a terra. (Sl 96.9)"
"Desde Sião, a perfeição da formosura, resplandeceu Deus.(Sl 50.2)"
Para Genoino, a manifestação do STF sobre o aborto pode ajudar a aprovar o projeto na Câmara, assim como ajudou no caso das células-tronco. "Vou obstruir a votação o máximo que puder, porque acho que o assunto ainda precisa de muito debate e porque a gente perde aqui", disse ele, referindo-se a votação na CCJ. "Existe uma onda conservadora, fundamentalista no Congresso. E o peso das religiões ainda é grande apesar de sermos um Estado laico", falou.(UOL,02/07/2008 -em 08/07/2008)
De acordo com o discurso do deputado, dá a entender que Estado laico e religião são incompatíveis. Se considerarmos que o Brasil é laico e, além disso, é democrático, a afirmação de Genoino é improcedente.
Ser laico ou leigo é ser independente da ordem eclesiástica, mas não adversário. No contexto democrático não se deve acentuar a diferença, mas a complementaridade. Isto porque a democracia não se estabelece apenas pelas eleições. É preciso contar com a força das instituições como sindicatos, associações de profissionais, organismos de direitos humanos, universidades e Igrejas.
Desta forma, a democracia ganha caráter mais cotidiano e dinâmico. O resultado é o crescimento da responsabilidade social dos cidadãos, como sujeitos da sociedade e co-construtores da historia comum.
Assim, é injusta a crítica do deputado quando se tem a honestidade de defender um valor protegido pelo direito com base numa visão de mundo não secular e se está aberto ao debate.
Obscurantismo é resultado da mordaça, não da fé.
Nesta reportagem, à semelhança de outras, ateísmo e cristianismo são confrontados como forças antagônicas em guerra pela razão.
De maneira geral pensadores ateus, inconformados com os crentes, denunciam a insensatez de se acreditar em Deus como Ser infinito, pessoal e amoroso; no entanto, apóiam a idéia de um deus cósmico.
Na verdade, o ateísmo não representa ameaça à fé cristã. Crer ou não crer num determinado fato, não muda a verdade. Por exemplo: muita gente não acredita que o homem já pisou na Lua. Porém, o fato é que em 1969, a missão Apolo 11 realizou tal façanha. É possível contestar isso, afinal, só temos informações, não houve testemunhas in loco exceto os astronautas.
O maior perigo à igreja são os que crêem em Deus, porém ególatras em forma de denominações pseudo-cristãs, líderes, teologias contextualizadas e aberrações proféticas. Estão na comunidade, não para unir, mas dispersar, o que os tornam piores que os ateus.
Jesus disse: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.
Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitos milagres?
Então lhes direi claramente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade. Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as põe em prática, será comparado a um homem prudente, que edificou a casa sobre a rocha (Mt 7.21-24)”.
Satanás é o mais crédulo de todas as criaturas de Deus, um “crente de carteirinha”. Viu Deus criando o mundo, os seres vivos e se deliciou com a queda do primeiro Adão, contudo odiou a salvação do pecador pelo Segundo Adão, Jesus crucificado.
Assim, a questão central é submissão à autoridade divina; os ateus podem vir a crer um dia pela graça redentora de Jesus.
“Crês, tu, que Deus é um só? Fazes bem. Até os demônios crêem, e tremem. (Tg 2.19)”
A percepção de que o valor da vida humana está saindo pelo ralo da consciência não é exclusividade do cristianismo, embora Jesus tenha sido o maior defensor dos direitos naturais do homem.
Pensadores como Charles Melman, psicólogo e psicanalista, fundador da Association lacanienne internationale, não veriam com surpresa a recente decisão do STF. Em “O homem sem gravidade”, Melman diz que “o problema do prolongamento da existência, por exemplo, vai colocar questões que será preciso resolver (p.54). [...] Temos, efetivamente, a possibilidade de transformar, de modificar as leis como quisermos? Parece suficiente uma maioria parlamentar, um movimento popular, modas éticas para que interditos e limitem caiam – pois o direito deve seguir a evolução dos costumes – e possamos, na corrente das nossas aspirações, nos deixar ir buscar tranqüilamente essa satisfação (p.43)”.
Para ele, está próximo o dia em que idosos terão de aceitar a eutanásia abreviando o percurso socialmente oneroso e haverá base legal para isso. O progresso cobra economia, descarte do inútil, realização pessoal e social, impondo-se sobre a ética, princípios religiosos, ou o que quer que seja, sem freios, sem restrições.
O prenúncio dessa filosofia já era evidente no ensaio “A destruição da vida indigna de viver” (1920), cujos autores, o jurista Karl Binding e o neuropatologista Alfred Hoche, previam que “virá um novo período que, com base numa moralidade superior, deixará continuamente de aplicar as exigências de um conceito exagerado de humanidade e uma exagerada visão do valor da vida humana a grande custo.”
Hitler acolheu entusiasticamente essa idéia e a incluiu em Mein Kampf, levando à morte 6 milhões de judeus, 5 mil crianças deficientes, 70 mil idosos internos em asilos, todos indignos de viver, claro. O ministério da Saúde comemorou a economia de dinheiro para o Reich, 885 milhões de marcos.
Assim, se a vida não é inviolável, irrenunciável e inalienável e se seu direito não é um valor absoluto, o que impede que ela seja eliminada quando passa a ser incômoda a um Estado, a uma comunidade, a uma família ou a um indivíduo? A cultura da morte é realidade presente e o processo sempre começa pelas arestas da vida, ou seja, crianças e idosos, que nada têm a oferecer, senão despesas,cuidados, tempo,etc.
Vale a pena refletir no que Deus falou em Gn 11.6b “Isto é apenas o começo; agora não haverá restrição para tudo que intentam fazer”.
O ciclone Nargis atingiu, no começo de maio, a densamente habitada região do delta de Irrawaddy, deixando até 100 mil pessoas mortas ou desaparecidas e muitos sobreviventes desabrigados e sem comida.
A ajuda internacional tem chegado de forma muito limitada já que os generais que controlam Mianmar resistem aos pedidos para que abram as fronteiras a funcionários de entidades estrangeiras de ajuda e a suas operações e seus equipamentos. (14/05/2008 - Reuters)
A mídia está relatando seguidos desastres naturais provocando milhares de mortes em todo mundo. Na semana passada o ciclone em Mianmar levou cem mil vidas. Agora é o terremoto na China (Chongqing), que enterrou noventa mil pessoas.
Nessa hora é provável que, tanto vítimas como observadores, questionem a justiça e o amor de Deus, que permite tais calamidades, destruindo os sonhos de pessoas inocentes.
Destacados pensadores se debruçaram sobre esse tema buscando respostas. C.S.Lewis, autor de “As crônicas de Nárnia”, afirmou que “nem mesmo a Onipotência poderia criar uma sociedade de almas livres sem ao mesmo tempo criar uma Natureza relativamente independente e inexorável... é exatamente o que temos – algo neutro, estável e possuindo uma natureza própria fixa”. Para ele, o exercício da responsabilidade e liberdade humanas pressupõe certo distanciamento divino cuja intervenção somente a Ele cabe decidir.
Na verdade, a Bíblia mantém certo mistério em se tratando da origem do mal, quer seja “natural” ou “moral”. Embora em cada página faça referência ao pecado e ao sofrimento, seu interesse se prende mais em ajudar-nos a vencer o mal do que em explicá-lo.
Só é possível ajudar alguém em apuros, se o ajudante estender a mão se envolvendo com o sofrimento alheio. É exatamente isso que os evangelhos anunciam. Deus na cruz, retorcido, torturado, perfurado, ensangüentado, imobilizado, injustiçado, rejeitado, humilhado e finalmente morto.
Ele desceu se tornando igual a nós, passando pelas mesmas coisas que passamos. Mas Ele fez muito mais. Na cruz morreu quitando nossos pecados cuja penalidade era a morte eterna. Ressurreto, venceu o mal, dando-nos libertação (aos que crêem). O que Ele começou, terminará no dia determinado. Seremos totalmente reabilitados.
Esse fato demole a caricatura de Deus como aquele velhinho barbudo entre as nuvens, contemplando passivamente o que acontece na terra. Jesus é “Emanuel”, ou seja, Deus conosco.
Assim, não adoramos um Deus imune a dor; não temos a promessa de passar a vida ilesos ao sofrimento. Mas temos a certeza de que Ele estará conosco em todo sofrimento e dor. Lembremos de Romanos 8.37-39: “Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.”
"Eu queria dizer para vocês [espectadores] que nossa fé em Deus é inabalável. Eu quero que ele mostre para as pessoas essa pessoa que fez essa crueldade com a minha filha", afirmou Nardoni. "É o que eu peço todas as noites para Deus, que apareça o culpado", disse Jatobá. O casal falou com voz embargada e chorou em diversos momentos da entrevista. (Folha, 20/04/08, em 01/05/08)
O juiz Maurício Fossen e o promotor Cembranelli, do 2º Tribunal do Júri do Fórum de Santana, na zona norte de São Paulo, analisam neste feriado prolongado do Dia do trabalho, as 1.200 páginas do inquérito produzido pela Polícia Civil a respeito da morte de Isabella Nardoni. O promotor deve oferecer denúncia contra o casal, concordando com as conclusões da Polícia Civil e acusará de homicídio qualificado o pai e a madrasta da menina assassinada.
Permanece, por enquanto, incógnito o autor desse horrendo crime que chocou a todos pela brutalidade, frieza e desprezo pela vida humana, especialmente porque a vítima era uma criança de apenas cinco anos.
O sentimento de indignação brota simplesmente porque temos a consciência da importância da vida e necessidade de preservá-la em todas as fases da sua existência.
Os cristãos acreditam no valor intrínseco da vida humana, que é dotada de faculdades únicas – a racional, a moral e a criativa – o que nos torna parecidos com Deus e diferentes dos animais. E Deus, em Jesus, mostrou seu amor pelas crianças abençoando-as, chamando-as para perto de si, usando-as como exemplo de pureza, humildade e cidadãos do Reino.
Quando os seres humanos são valorizados tudo muda: mulheres e crianças são respeitadas; os doentes não ficam na fila desde a madrugada aguardando atendimento médico; os idosos não são maltratados e esquecidos nos asilos; os condenados são reabilitados à sociedade; os excluídos da sociedade são protegidos e os trabalhadores recebem um salário que lhes permitem ter vida digna.
O Programa Bolsa Família (PBF) é uma política social de transferência direta de renda condicionada, instituído pelo Governo Federal em 2003, para promover alivio imediato da extrema pobreza, quebrar o ciclo da miséria e investir no capital humano com educação e saúde.
Em seus discursos, Lula costuma se colocar como o pai da criança e não perde a oportunidade de alfinetar a oposição que, segundo ele, critica o programa como assistencialista e esmola.
Seria justa a comparação quando Lula afirma que o PBF funciona como a multiplicação de pães? Lula e Jesus teriam as mesmas expectativas ao ajudar pessoas famintas?
Em primeiro lugar, começaremos concordando com Lula. O milagre da multiplicação atendeu a necessidade imediata do povo pobre, que estava longe de casa e havia o perigo de sucumbir no caminho de volta. Nesse momento, Jesus movido de compaixão, instrui seus discípulos para dividir a multidão em grupos de cinqüenta pessoas. Tendo dado graças a Deus, passou a repartir o alimento, atendendo a todos.
Em segundo, a comparação não subsiste se confrontado ao caráter, finalidade e resultado do milagre. A multiplicação cujo caráter foi a manifestação do poder divino, alimentou milhares de pessoas. O ato de Jesus cumpriu finalidade dupla: provar a providência divina e ensinar que Jesus é o pão que desceu do céu.
A multidão quis aclamá-lo rei ao ver o milagre. Mas Jesus recusa dizendo: “vós me procurais, não porque vistes sinais, mas porque comestes dos pães e vos fartastes. Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela que subsiste para a vida eterna, a qual o Filho do Homem vos dará; porque Deus, o Pai, o confirmou com o seu selo (Jo 6.26-27)”. Dito isso, muitos o abandonaram, deixando de seguí-lo.
A conclusão que a gente tira disso é que dar pão ao povo gera popularidade suficiente para fazer um rei ou um presidente. Mas quando se trata do pão da vida e justiça, poucos se dispõem a recebê-lo, porque isso não mexe com o estômago, mas com a vida íntima.
Certa ocasião Jesus contou aos que o ouviam a seguinte parábola: “O campo de um homem rico produziu com abundância. E arrazoava consigo mesmo, dizendo: Que farei, pois não tenho onde recolher os meus frutos? E disse: Farei isto: destruirei os meus celeiros, reconstrui-los-ei maiores e aí recolherei todo o meu produto e todos os meus bens. Então, direi à minha alma: tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e regala-te. Mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? Assim é o que entesoura para si mesmo e não é rico para com Deus (Lc 12.16-21).
Jesus adverte sobre o perigo da inversão de valores.Para o rico, a riqueza era garantia de futuro tranqüilo, como se isso fosse tudo na vida. Podemos ter dez carros na garagem, casa de praia e campo, milhões de reais em conta bancária. No entanto, não devemos esquecer que a vida é uma só, frágil, imprevisivel e efêmera. Se perdê-la, nada mais terá importância.
Levando em consideração a parábola, dizer: “sou o mais...” pode ser precipitado, visto que ninguém “é” no sentido de ter ou ser algo de modo perene e inalienável. Então, melhor seria dizer: “Estou o homem mais rico do Brasil”, porque “estar” é ser em um dado momento.
É claro no cotidiano usamos o verbo “ser” no lugar de “estar”, mas nunca esquecer que quando somos ricos para com Deus, verdadeiramente “somos ricos”.
Tendo eles chegado a Cafarnaum, dirigiram-se a Pedro os que cobravam o imposto das dracmas, e perguntaram: Não paga o vosso mestre as duas dracmas? Sim, respondeu ele. Ao entrar Pedro em casa, Jesus se lhe antecipou, dizendo: Simão, que te parece? De quem cobram os reis da terra os impostos, ou tributos? Dos seus filhos, ou dos estranhos? Respondendo Pedro: Dos estranhos. Jesus lhe disse: Logo, estão isentos os filhos. Mas, para que os não escandalizemos, vai ao mar, lança o anzol, e o primeiro peixe que fisgar, tira-o; e, abrindo-lhe a boca, acharás um estáter; toma-o, e entrega-lhes por mim e por ti (Mt 17.24-27).
Jesus sendo o Filho de Deus, estava na casa (templo) de seu Pai. Portanto, não precisaria pagar para entrar. Ao argumentar com Pedro, muito provavelmente pensava em Roma, que oprimia os povos vencidos com pesada carga tributária, inclusive indenizações de guerras. Em 167 a.C., o império se tornou tão rico, à custa dos povos conquistados, que suspendeu a cobrança de impostos sobre seus cidadãos. Além disso, distribuía pão e outros produtos gratuitamente na cidade como forma de partilhar a riqueza.
Hoje o expansionismo territorial deu lugar ao econômico. São as multinacionais que invadem países buscando oportunidades e levando seus produtos. Na política interna, o governo capacita o povo com educação, fomenta empregos e atrai investimentos estrangeiros. Isso permite pulverizar a carga tributária e ao mesmo tempo elevar a arrecadação, sem que os gastos do governo pesem tanto aos contribuintes.
O governo romano sendo tão agressivo e cruel em relação aos povos dominados, sabia ser generoso aos seus cidadãos. Prova disso é que o objeto do desejo de qualquer estrangeiro era obter o título de cidadania romana.
Nesse ponto, Roma tratava melhor seu povo que o governo brasileiro. Estamos afogando no mar das siglas tributárias. Temos, por exemplo, o Ipva, Csll, Iof, Icms, Itbi, Itcd, Ipi, Cofins, Iptu,Iss, etc. Além disso o governo trabalha nos bastidores para recriar a CPMF, pressionando congressistas com a contenção de verbas.
Jesus disse que no mundo, cada país defende seus interesses às custas dos outros. César “puxava a sardinha" para o seu império, pisando outros. Então, onde está a lógica daqui? Se o primeiro obedece a lógica mundana, o segundo segue a lógica de que mundo?
Senadores e Deputados fazem leis que regulam o funcionamento da sociedade. Grandes questões da atualidade como a violência e a corrupção exigem soluções para minimizar o sofrimento das vitimas e punir os culpados. Mas, o maior desafio, como é sabido, não é a criação de novas leis (temos em excesso), mas sim a correta aplicação delas.
É o que aconteceu com uma mulher que em 2003 tentou furtar um frasco de desodorante no valor de R$ 9,70. Os empregados do estabelecimento perceberam a tempo e conseguiram recuperar o objeto, porém, ela foi condenada pela prática dos crimes de furto e tentativa que prevê reclusão de um a quatro anos de reclusão e multa.
A Defensoria Pública pediu o hábeas corpus em defesa da acusada argumentando a excepcionalidade do caso, dado o irrisório valor do bem, assim como a simplicidade do fato. O acórdão da 13ª Câmara Criminal do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) deu parcial provimento à apelação interposta pela defesa, somente para reduzir a pena, mantendo as razões da sentença condenatória, afastando a possibilidade de aplicação do princípio da insignificância. Inconformada com o entendimento do TJ-SP, a Defensoria Pública recorreu ao STJ, requerendo o reconhecimento do constrangimento ilegal decorrido da condenação da ré.
Sem dúvida essa mulher sofreu pela má aplicação da lei. Renan beneficiou-se pela falta dela. Aliados e governo fizeram de conta que o senador é inocente a despeito das provas em contrário.
Evidentemente a justiça é manipulável de acordo com os interesses envolvidos. Pedro Simon disse que “neste país só vai para a cadeia o ladrão de galinha. Não tem ministro, parlamentar ou empresário que vá para a cadeia”.
Todos sabiam que Renam seria absolvido porque o governo precisa desesperadamente que os parlamentares aprovem a CPMF. Para isso, senadores ligados ao governo foram orientados a votar pela absolvição de Renam. Em troca, aliados do senador votariam a favor da prorrogação da CPMF.
Concluindo, deixamos aqui duas palavras extraídas de Provérbios:
1) Melhor é o pouco, havendo justiça, do que grandes rendimentos com injustiça (16:8).
Todo ganho que vem do nosso esforço e trabalho é melhor, mesmo que pouco, porque honra e sono tranqüilo não se compram.
2) Quando se multiplicam os justos, o povo se alegra, quando, porém, domina o perverso, o povo suspira (29:2)
A despeito da flagrante corrupção, devemos lutar para que a justiça prevaleça, diminuindo a desigualdade social e tornando o Brasil um lugar melhor de se viver.
Ter mais consciência na hora escolher o seu candidato ao Senado seria bom começo.
Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares, morreu em combate defendendo sua comunidade e povo. Os quilombos representavam a resistência ao sistema escravista e também uma forma coletiva de manutenção da cultura africana aqui no Brasil. E ele lutou até a morte por esses ideais.
A cultura afro-brasileira, cuja celebração objetiva conscientização e reflexão, tornou-se disciplina obrigatória nas escolas. Espaços culturais e em outros locais também promovem eventos abordando o tema.
Qualquer que seja a política para a integração racial a ser desenvolvida, deve garantir que as minorias raciais tenham direitos e respeitos iguais. Deus criou a humanidade a partir de Adão e Eva e por isso afirmamos a unidade da raça humana.
É claro que a cor é apenas um dentre tantos motivos de segregação. A essência do problema não é a cor, mas a natureza humana, porque “enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto (Jr 17.9)”. Jesus mostrou essa realidade afirmando que “o homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o bem, e o homem mau, do mau tesouro do seu coração tira o mal, porque da abundância do seu coração fala a boca (Lc 6:45)”.
Para mostrar como romper as barreiras raciais e nacionais, Jesus contou a parábola do Bom Samaritano. Ele fez pelo judeu o que um judeu jamais sonharia em fazer por um samaritano. Leia Lucas 10.25-37
"O governador do Rio falou do aborto, falou que a Rocinha é fábrica de marginais e recusou-se a receber representante da ONU que está em visita ao Brasil. Acho que ele deveria inaugurar uma estátua de Hitler em praça pública, porque está havendo uma grande coincidência entre sua política de saneamento e de repressão ao narcotráfico com aquilo que fez o III Reich", disse. (Diário do Nordeste, 12/11/2007)
Na Bíblia encontramos vários exemplos de governantes que usaram esse recurso (eliminar crianças) como forma de prevenir ameaças ao poder vigente, além é claro, de demonstrar profundo ódio por suas vítimas.
O primeiro da lista em ordem cronológica é o próprio diabo (a antiga serpente), o inimigo dos descendentes de Eva. Ele odeia as crianças, pois elas sabem adorar a Deus com pureza: “da boca de pequeninos e crianças de peito tiraste perfeito louvor (Mt 21.16)”.
O segundo foi faraó, que para minar o crescimento populacional dos hebreus (Ex 1), mandou matar os recém-nascidos. Mas o tiro saiu pela culatra. Não percebeu que o libertador dos judeus (Moisés) crescia sob seu nariz.
O terceiro foi Hamã, que convenceu Assuero, o rei persa, decretar a dizimação de todos os judeus, moços, velhos, crianças e mulheres, em um só dia (Et 3.13)”. No final, Hamã morre na forca que armou para seu inimigo e o povo comemora até hoje a libertação na Festa do Purim.
O quarto foi Herodes. Essa raposa sabia que em Belém havia nascido o Rei dos reis. Mandou que todas os meninos de idade até dois anos fossem executados (Mt 2.16).
Jesus amava as crianças e tinha prazer em abençoá-los impondo-lhes a mão. Ele disse: “Deixai vir a mim os pequeninos e não os embaraceis, porque dos tais é o reino de Deus (Lc18.16)”.
O escritor Mario Quintana (1906-1994) disse que o aborto não é, como dizem, um assassinato. É um roubo. Nem pode haver roubo maior. Porque, ao malogrado nascituro, rouba-lhes este mundo, o céu, as estrelas, o universo, tudo! O aborto é o roubo infinito.
Assim, o Sr. Cabral parece acreditar no ditado “ladrão que rouba ladrão tem 100 anos de perdão”. Roubando agora a vida dos “marginais do futuro” será reconhecido na posteridade. E quem sabe terá a estátua como sugeriu Frei Betto. Toda estátua tem a pose que caracteriza o homenageado. Será a pose de Hitler? "Heil, Cabritler!”.
As substâncias tóxicas e cancerígenas (soda cáustica, ácido cítrico, citrato de sódio, sal, açúcar, água e soro) acrescentadas, em média 10%, no leite longa vida integral eram usadas para baixar o PH do leite para não azedar e, assim, aumentar a validade do produto. Os consumidores mais afetados são os diabéticos, os que sofrem de gastrite e as crianças, pois elas são as que mais tomam leite integral.
Os empresários ganhavam duplamente, ou seja, no volume e no tempo para comercialização. Nada justifica tais práticas, pondo em risco a saúde de milhões de pessoas. A sede desenfreada pelo lucro, cega as pessoas para as coisas mais importantes da vida.
O apóstolo Paulo disse que “o amor do dinheiro é raiz de todos os males (I Tm 6.10)”. Os que querem ficar ricos a todo custo, caem em armadilhas e delírios perigosos, cujo fim é a ruína e a desgraça.
Ele chama as pessoas à sensatez lembrando que “nada temos trazido para o mundo, nem coisa alguma podemos levar dele”. Sendo assim, “tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes”.
Ele mesmo deu o exemplo do ganho lícito dizendo: “nem de graça comemos o pão de homem algum, mas com trabalho e fadiga, trabalhando noite e dia, para não sermos pesados a nenhum de vós (2 Ts 3:8)”.
O bom trabalho é aquele que resulta da promoção do bem-estar das pessoas, da satisfação dos clientes, do preço justo e do contínuo aprimoramento do serviço.
A revista faz comentário do livro “Manual do Hedonismo” de M. Flocker, mostrando que ninguém é de ferro; é preciso se desligar aproveitando as boas coisas da vida. De acordo com ele, os americanos cuja cultura é fundamentada no protestantismo, não conseguem desacelerar e usufruir o que a vida tem de bom. A Bíblia nos ensina que a vida deve ser bem vivida, não desperdiçada. Agora, viver bem não deve ser confundido com viver sem regras.
Jesus disse: E por que andais ansiosos quanto ao vestuário? Considerai como crescem os lírios do campo: eles não trabalham, nem fiam (Mt 6.28). O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado (Mc 2.27)
Salomão disse: Alegra-te, jovem, na tua juventude, e recreie-se o teu coração nos dias da tua mocidade; anda pelos caminhos que satisfazem ao teu coração e agradam aos teus olhos; sabe, porém, que de todas estas coisas Deus te pedirá contas. Afasta, pois, do teu coração o desgosto e remove da tua carne a dor, porque a juventude e a primavera da vida são vaidade (Ec 11.10)
Finalmente, viver sem considerar o fim é loucura. Jesus cita o exemplo do homem que disse a si mesmo: “tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e regala-te”. Então Deus lhe disse: “louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?”.
Jesus disse: “E, se um reino se dividir contra si mesmo, tal reino não pode subsistir; E, se uma casa se dividir contra si mesma, tal casa não pode subsistir. E, se Satanás se levantar contra si mesmo, e for dividido, não pode subsistir; antes tem fim (Mc 3.24-25)”.
Jesus libertava os atormentados por espíritos malignos, usando sua autoridade como Filho de Deus. Os fariseus o acusavam de expulsar demônios pelo poder satânico. Ele rebate esse argumento, afirmando que nenhum reino pode subsistir se os compatriotas não se entenderem. No inferno existe coesão, porém, mantida pela força e medo, mas, o reino de Deus, pelo amor, verdade e justiça.
Cristo também fez analogia da casa. Vejamos uma família típica onde o pai trabalha fora, a mãe cuida da casa e os filhos estudam. Todos cumprem fielmente suas responsabilidades, colaborando para o bem comum. A casa vai pra frente.
Agora, se o pai passa no bar para tomar umas, queima o dinheiro com mulheres e jogos de azar, bate na esposa, grita com as crianças e ainda chuta o cachorro, o lar é abalado. A mulher fica desmotivada e o futuro das crianças, comprometido.
Huguette Labelle, presidente dessa entidade, disse que “a corrupção produz pobreza, semeia a violência e desestabiliza dramaticamente os países”. O Brasil está pendendo para essa situação. Nossos governantes dão maus exemplos, recursos são mal aplicados e oportunidades são desperdiçadas. O povo é iludido com planos que impressionam pelas siglas, mas não saem do papel e nem das promessas. O setor privado e a sociedade civil também têm parte da culpa, pois recorrem a subornos em seus negócios com o Estado.
Apesar da nota ruim podemos melhorar. Não precisamos de um regime tipo “infernal” para manter a ordem na casa. Vivemos sob regime democrático, que pressupõe a inclusão do povo no processo decisório, a legitimidade do exercício do poder e a garantia dos direitos humanos. São os mesmos princípios que regem o bom funcionamento do lar.
Os países que lideram a lista tiveram em sua história a perspectiva cristã da vida pública.
Atentemos às palavras de Robert Schuman (1886-1963), o “pai da Europa”: “A democracia é, pois, ligada ao cristianismo tanto doutrinária como cronologicamente... O cristianismo levou a dignidade ao trabalho ao ser reconhecida e à obrigação de todas as pessoas se submeterem a essa dignidade. Ele reconhece o primado dos valores interiores, os quais somente enobrecem o homem. A lei universal do amor e da caridade faz de cada homem nosso próximo. Nessa lei se baseiam as relações sociais do cristão no mundo”.
“Quando os justos se engrandecem, o povo se alegra, mas quando o ímpio domina, o povo geme (Pv 29.2)”
Conforme o jornal, o senador Renan Calheiros foi absolvido por 40 votos contra 35. Quando os senadores cogitaram em pedir a renuncia do presidente, considerando a paralisação dos trabalhos e o descrédito popular que paira sobre a casa, Renan disse: "Se quiserem minha cadeira, vão ter que sujar as mãos. Vão ter que dizer ao Brasil e ao mundo por que querem minha cadeira. Não vão me tirar fazendo cara feia".
“Nunca na história desse país” (como Lula costuma dizer) se viu uma coisa dessas. Embora a Constituição garanta, sessão e a votação não deveriam ser secretas em função da gravidade das denúncias. Várias entidades civis protestaram. O povo foi impedido de receber a devida prestação de contas de seus representantes legitimamente eleitos.
Essa manobra esconde grave problema. Os senadores podem ter votado a favor da absolvição por medo de represálias e “rabo preso”, abrindo mão da verdade e da justiça. Quem está mentindo? 43 senadores dizem ter apoiado a cassação. O povo brasileiro foi o grande perdedor nesse processo todo.
A Bíblia mostra que quando há justiça, o povo se alegra. Alegria gera vontade de viver, de trabalhar e de sonhar. Quando reina a corrupção, o povo geme de fato, pois suas esperanças entram pelo ralo. O resultado disso é a perpetuação dessa ciranda perversa de corrupção, pobreza e morte.
Estevam e Sônia foram presos em 9 de janeiro quando entravam nos EUA com US$ 56,467 mil escondidos em uma bolsa, na capa de uma Bíblia, em um porta-CDs e em uma mala. Pela lei, eles deveriam ter informado, na alfândega, que portavam mais de US$ 10 mil.
Hernandes pede aos fiéis que ajudem a manter a igreja (não fala em dízimo ou doações), compara o processo judicial nos EUA com a perseguição a Jesus Cristo, sugere que sua prisão fará aumentar o número de seguidores da Renascer, tal como aconteceu com os primeiros cristãos depois da prisão de São Paulo, e repete que deixou a carreira de executivo de sucesso, a pedido de Deus, para fundar uma igreja.” (20/08/07)
O apóstolo Pedro consolou os cristãos que sofriam violentas perseguições promovidas pelos inimigos de Cristo. Eles iam para a cadeia porque anunciavam a todos que Jesus é o Senhor, o Rei dos reis e o único Salvador a quem todas as criaturas deverão prestar contas. A esses ele disse: “Se pelo nome de Cristo sois vituperados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória e de Deus; quanto a eles, é ele, sim, blasfemado, mas quanto a vós, é glorificado. Que nenhum de vós padeça como homicida, ou ladrão, ou malfeitor, ou como o que se entremete em negócios alheios; Mas, se padece como cristão, não se envergonhe, antes glorifique a Deus nesta parte (I Pe 4.14-16).
Tendo em vista as palavras de Pedro, o “apóstolo” Hernandes mais uma vez desonra Jesus. A condenação do casal pela justiça americana se deu, como foi constatado, por motivos bem menos nobres. A advertência de Pedro é bastante apropriada para aqueles que usam inadequadamente o Nome e a Palavra de Jesus. Isso nos faz lembrar o que Jesus disse: “Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores. Mateus 7.15”
As freqüentes filas e atrasos nos aeroportos brasileiros têm gerado muito nervosismo e reclamações entre os turistas. Cenas de pessoas dormindo nos saguões sem ao menos saber quando poderão embarcar virou rotina.
A ministra, sexóloga, sugere que os turistas relaxem e gozem por antecipação pensando no prazer que a viagem vai proporcionar. A analogia entre sexo e turismo foi infeliz, pois a reação está mais para chilique do que para orgasmo. A ministra reconheceu a gafe e se desculpou diante dos protestos.
A comparação é absurda tendo em vista o caos provocado pelo apagão aéreo, mas ninguém pode negar a forte conexão entre sexo e turismo.
Durante décadas o governo associava a imagem do Brasil a mulheres semi-nuas, receptivas e sensuais nas propagandas oficiais. Essa estratégia foi abandonada em 2000, mas o estrago já estava consumado. O país ficou conhecido como o paraíso do sexo, podendo em breve se tornar o campeão mundial do turismo sexual desbancando a Tailândia.
Como aqui a prostituição não é crime, os estrangeiros se sentem à vontade para transar com brasileiras. O problema é que, no rastro do sexo pago, forma-se um esquema que movimenta o tráfico de drogas e de mulheres, a falsificação de documentos e, pior, a exploração sexual de crianças e adolescentes. Essas meninas sonham (iludidas) em se casar e morar no exterior, longe da fome e da pobreza.
O turista que chega em busca de sexo não volta com paz na alma, pois sua satisfação se baseia na exploração sexual do ser humano. O verdadeiro sexo está associado a fatores como responsabilidade, respeito, reciprocidade afetiva, emocional e espiritual dos parceiros. Aqueles que buscam no sexo um fim em si mesmo caem no erro.
“Acaso, não erram os que maquinam o mal? Mas amor e fidelidade haverá para os que planejam o bem (Pv 14:22)”.
O pobre homem morreu na mais rica avenida do país. Talvez uma figura conhecida por abordar pedestres engravatados e motoristas dirigindo carrões. Jesus também falou de Lázaro, o mendigo que se alimentava catando as sobras deixadas pelo rico. Ambos morrem no mesmo dia e são transportados para uma estranha dimensão. Lá eles ganham o que mais desejaram em vida. Lázaro ganha a companhia eterna de Deus e o rico, a ausência. Ele percebe que a vida no mundo físico determina o destino das pessoas após a morte. Era muito rico em bens materiais, mas pobre para com Deus. Jesus relata o seguinte diálogo entre o Senhor (Abraão) e o rico, que está em Lucas 16.25-31:
Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro igualmente, os males; agora, porém, aqui, ele está consolado; tu, em tormentos. E, além de tudo, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que querem passar daqui para vós outros não podem, nem os de lá passar para nós.
Então, replicou: Pai, eu te imploro que o mandes à minha casa paterna, porque tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de não virem também para este lugar de tormento. Respondeu Abraão: Eles têm Moisés e os Profetas; ouçam-nos. Mas ele insistiu: Não, pai Abraão; se alguém dentre os mortos for ter com eles, arrepender-se-ão. Abraão, porém, lhe respondeu: Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos.”
Jesus disse que mortos não se comunicam com os vivos nem reencarnam. A Bíblia é a Palavra de Deus revelada para o homem. Ela diz que “Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna (João 3:16)”. Ele veio pessoalmente para nos mostrar o caminho, a verdade e a vida (Jo 14.6). Por isso ele é chamado de Salvador e Senhor.
Segundo Dória, a quadrilha se aproximou do desembargador, há cerca de um ano e meio, por meio do procurador da Fazenda César Palmieri e do genro de Carreira Alvim, o advogado Silvério Nery Cabral Júnior, que cobraria "altos honorários de casas de bingo" pelas decisões do sogro. Carreira Alvim concedeu liminar em 2006 liberando 900 caça-níqueis.
Já Evandro da Fonseca, advogado suspeito de atuar na quadrilha, diz que foi feita arrecadação entre casas de bingo de R$ 500 mil para a compra das sentenças. Ele disse ter ficado sabendo que o genro de Carreira Alvim recebeu um carro Mercedes-Benz como pagamento e que o procurador João Sérgio Leal Pereira prestava "assessoria" à organização em troca de R$ 5.000 mensais. (Folha de S.P, 24/04/07)
A venda de sentenças não é coisa nova. Isso já acontecia há 2.700 anos, em Israel. O profeta Miquéias denunciou o malicioso esquema. Vejamos alguns versículos:
a) Cobiçam campos, e roubam-nos, cobiçam casas, e arrebatam-nas; assim fazem violência a um homem e à sua casa, a uma pessoa e à sua herança. (2.2).
b) Os seus chefes dão as sentenças por suborno, e os seus sacerdotes ensinam por interesse, e os seus profetas adivinham por dinheiro (3.11).
c) Os seus ricos estão cheios de violência, e os seus habitantes falam mentiras e a sua língua é enganosa na sua boca (6.12).
d) As suas mãos fazem diligentemente o mal; assim demanda o príncipe, e o juiz julga pela recompensa, e o grande fala da corrupção da sua alma, e assim todos eles tecem o mal (7.3).
Isso trouxe conseqüências desastrosas na sociedade daquela época:
a) Já pereceu da terra o homem piedoso, e não há entre os homens um que seja justo; todos armam ciladas para sangue; cada um caça a seu irmão com a rede (7.2)
b) Não creiais no amigo, nem confieis no vosso guia; daquela que repousa no teu seio, guarda as portas da tua boca (7.5)
c) Porque o filho despreza ao pai, a filha se levanta contra sua mãe, a nora contra sua sogra, os inimigos do homem são os da sua própria casa (7.6)
O que mais entristecia Miquéias era que parte da liderança religiosa, os “pastores” da época, entraram na rota da decadência moral. Apesar disso, Deus continuou levantando homens fiéis que denunciavam a corrupção e apontavam o caminho da verdade.
Hoje, esse papel cabe aos cristãos, a nova sociedade em Cristo. Jesus quer que sejamos o sal do mundo (Mt 5.13).
O sal dá o sabor à comida. Além disso, conserva os alimentos, impedindo o seu apodrecimento.
Na época do ciclo do ouro na História do Brasil Colonial (século XVIII), o sal teve papel fundamental. Era usado na produção da carne-de-sol, destinado a alimentação dos escravos e exploradores de minas - nas Gerais, Goiás e Mato Grosso.
Temos uma missão a cumprir. Intervir na podridão da sociedade. É importante a ação dos cristãos em todos os setores da vida nacional. Agora, se o sal perde a sua função, a coisa fica “preta”. Para nada mais serve senão ser jogado fora para ser pisado pelos homens (Mt 5.13).
Em resposta aos que gritavam "sim à vida, não ao aborto", quando o ministro deixava o local do evento, Temporão ressaltou que "esse é um governo que defende a vida, mas defende também o direito de as pessoas poderem se posicionar com consciência clara sobre questões importantes da saúde, da vida e da morte". No próximo dia 20, no Supremo Tribunal Federal, em Brasília, médicos e pesquisadores vão discutir o momento em que começa a vida. Segundo o ministro, esse debate está sendo feito em relação ao uso de células-tronco para pesquisa e terapia, mas tem profunda relação com a discussão do aborto. (Jornal O Povo, 10/04/07)
O ministro da Saúde enfrentou a manifestação dos Integrantes do Movimento em Defesa da Vida. O protesto ocorreu durante o lançamento, em Fortaleza, do Dia Mundial da Saúde no último dia 10. O protesto é reação ao projeto já aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, que autoriza a realização do plebiscito, que deve ser votado no plenário do Senado e da Câmara. O plebiscito visa ouvir a opinião da população sobre a legalização do aborto no país.
De acordo com a Bíblia, embora tenhamos nascido da mulher, somos uma nova vida. Independentes. Precisamos de nossas mães para dela receber o ambiente e os alimentos apropriados para o nosso desenvolvimento. Depois de nove meses, estamos prontos para sair daquele lugar gostoso e quentinho. Apesar disso, creio que nenhum de nós sente que é propriedade ou extensão física da mamãe, certo? O contrário também é verdadeiro. Crescemos como corpo estranho dentro dela. O que nos liga a relação de amor, respeito e gratidão por ter propiciado nossa vinda ao mundo. Sendo assim, pode a mãe deliberar sobre o que não é seu?
Quando começa uma vida? O Dr. Drauzio Varella defende o aborto até o terceiro mês porque até aí não há atividade cerebral. Outros dizem que o feto é ser humano quando seu coração começa a bater. Bem, esse debate é interminável.
O que a Bíblia diz é somos muito importantes. Nossa existência começa na insondável mente de Deus, quando ainda éramos massa informe. Difícil acreditar? Para Deus, nada é impossível. Não me refiro à idéia panteísta, mas sim a criação pelo Criador.
Se Deus veio à terra para dar sua vida para que pudéssemos viver, é porque somos muito especiais para ele. Então, a avaliação do valor da vida é externo a nós. Quem não reconhece isso, jamais dará o devido valor a seus semelhantes, quanto mais ao embrião. Aliás, a palavra feto como é usada, desqualifica o ser humano. O feto tem todo potencial para vir a ser uma criança alegre e feliz. Isto se a mãe não achar que a felicidade dela naquele momento, significa abortar.
Emídio S. F. Brasileiro e Marislei S.E.Brasileiro, renomados sexólogos e autores de “Sexo com Responsabilidade”, afirmam que “a homossexualidade é desvio sexual causado em última análise por distúrbios psicoemocionais. Os fatores que geram a desordem da libido são inúmeros, dentre os quais é possível destacar os seguintes: desajustes familiares; ausência ou deturpação na educação sexual; desajustes psicológicos emocionais e afetivos; influências sociais e de amizades ligadas à prática de diversos desvios e anomalias sexuais; condicionamentos psicológicos ligados a mimetismos de personalidade; desajustes morais ligados à promiscuidade, etc.”
Sem dúvida esse tipo de literatura infantil chegará mais cedo ou mais tarde nas escolas brasileiras como tempestade. No Brasil, o tema gay já é abordado nos programas infantis da TV. Não temos como impedir a exposição das nossas crianças a essa realidade. Mas podemos ter papel mais relevante na formação do caráter dos nossos filhos.
Muitos males que as crianças sofrem tem origem na falta de informação, no descaso e na ausência dos pais na vida delas. O homossexualismo é apenas um deles.
Muitos se preocupam em dar futuro aos filhos, mas poucos os preparam para o futuro.
Para isso os pais precisam dos fundamentos que norteiem a visão correta do mundo e do ser humano.
Jesus usou a ilustração das duas casas. A primeira foi construída sobre a areia. A outra sobre a pedra. A chuva e os fortes ventos assolaram as duas casas. Então, a primeira ruiu e nada sobrou dela. A segunda resistiu. Isso porque fora construída sobre a rocha. Jesus é a rocha segura, o fundamento de todas as coisas visíveis e invisíveis. Jesus não tem a verdade, nem o caminho. Ele é a própria verdade, o caminho e a vida.
A declaração da ministra Ellen Gracie me parece bastante sensata quando diz que a criminalidade não se resolve com mais leis e presídios. As raízes desse grave problema social são bastante profundas.
A lei tem seus limites. Ela só pode punir o crime quando este é consumado. Enquanto ainda está encubado nas intenções do criminoso, não há o que fazer. O governo está tentando fazer sua parte, mas a impressão que dá é que a sociedade caminha sem controle.
Jesus disse que a origem do crime e demais violações está no interior de cada pessoa. E quando essa natureza decaída se manifesta, contamina o homem e, por extensão, toda a sociedade como se fosse epidemia.
Jesus veio ao nosso mundo. Implantou o seu reino. Deixou para nós grande responsabilidade. Influenciar positivamente a sociedade com as boas-novas e o testemunho cristão.
Para isso se torne realidade, temos que ter o que oferecer. Um modo de vida que seja tão marcante que seja imediatamente desejado pelas pessoas que a perceberem em nós.
Esse estilo tem duas marcas inconfundíveis. Primeiro, o amor. O conceito de amor é muito vago hoje. Refiro-me ao amor que Jesus nos mostrou. Em segundo, a santidade. Santidade quer dizer separado. Separado dos valores deste mundo, não do mundo. Não somos ermitãos do terceiro milênio.
Assim, há dois tipos de crimes que afetam a sociedade. Os crimes por comissão e por omissão. Os bandidos que cometem crimes por comissão. Os cristãos podem ser condenados no tribunal de Deus por crimes de omissão. Se ficarmos apenas refletindo os valores mundanos, não podemos ser a luz do mundo. Se ficarmos enclausurados na igreja ou no grupinho, não podemos ser o sal que tempera o mundo.
Qual será a minha, a sua e a nossa contribuição para melhorar a agonizante sociedade brasileira?
Os primeiros cientistas da era moderna (entre eles Copérnico, Galileu, Newton, Faraday e Leonardo da Vinci) criam em Deus. Essa crença os levou a investigar a natureza na certeza de que ela poderia ser pesquisada pelo uso da razão. Acreditavam na uniformidade das causas naturais, pois tudo o que se observa foi feito inteligentemente.
Leonardo da Vinci deu passo além. Compreendeu que a ciência estava, aos poucos, descartando Deus e o homem ocupando o centro, como o ponto de partida para explicar o universo.
Sem Deus, tudo é relativo. Não havendo um referencial mais elevado, tudo é permitido. A moral e a ética passam a ser questão de média estatística.
Mas o ser humano não consegue admitir que é uma máquina ou acidente da natureza, como muitos afirmam. Ele precisa desesperadamente de sentido para viver. Procura por todos os meios, incluindo experiências com drogas e misticismo. O ser humano vive um momento de desespero.
Jesus disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”. Ele é a porta que dá as repostas de que o homem precisa. O que ele fala atende perfeitamente os questionamentos de nossos corações. Ele disse também que quem o procurar, o achará.
Collins afirma na entrevista que o achou aos 27 anos de idade.
Deus disse que "não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea". Depois,
Adão disse: "esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne da minha carne; chamar-se-á varoa, porquanto do varão foi tomada" Gn2.
O texto bíblico revela que:
O homem e a mulher são a imagem e semelhança de Deus.
A mulher é idônea, ou seja, é adequada, competente e apta em relação ao sexo oposto. Está no mesmo nível.
Os dois são "iguais", mas também são "diferentes". Um complementa o outro.
Deus pretendia certa liderança masculina no sentido de que este exerça o cuidado e a responsabilidade para com a mulher. Ao cair, seu cuidado degenerou-se em prepotência; a responsabilidade, em autoridade.
Estabeleceu-se uma dose de alienação de um para com o outro. Neste início do século XXI,
vemos a mulher mostrando sua competência e o homem sentindo-se acuado.
Jesus deu dignidade à mulher numa época em que sociedade judaica era extremamente machista. Ele veio para libertar a humanidade do pecado e da alienação para com Deus. Quando o relacionamento no plano vertical é reparado, tudo no plano horizontal tende a se estabilizar.(Jan/07)
A Bíblia é muito clara ao afirmar que Deus criou o mundo e tudo o que há nele.
Ele encheu a terra com infinidade de seres vivos. Um mundo fantástico. O clima harmonioso e a fartura de alimentos permitiam a
existência de seres colossais. Foi
nesse ambiente que Deus colocou o homem. Este deveria dominar, subjugar e administrar
a criação. Dar nomes era uma das maneiras de exercer seu poder.
Mas sua queda afetou profundamente sua relação com a natureza. Deus disse: "maldita
é a terra por tua causa" e "ela produzirá cardos e abrolhos". Deus afirma que a terra sofre por causa do
homem; ela se vinga produzindo cardos e abrolhos. Ele passou de tutor a predador da
natureza (Gn 1-3).
Deus foi o primeiro ecologista. Ele incutiu no homem a noção de responsabilidade pelo seu habitat. Seu dominio não deveria
ser predatório, mas zeloso, promovendo um desenvolvimento sustentável.
Só recentemente analistas se conscientizaram da dimensão do impacto negativo que o homem exerce sobre a natureza. Ela está
perdendo a capacidade de revovação. Que resposta dará o mundo diante desse quadro que tende a se agravar nas próximas
décadas?
É triste ver pessoas que se dizem portadores das Boas Novas de Deus se metendo em encrencas financeiras com a justiça. Os primeiros cristãos iam para a cadeia por pregarem a Palavra de Deus. Jesus já advertia aqueles que eram pedras de tropeço aos pequeninos. De acordo com suas palavras, seriam rigorosamente julgados no seu tribunal. Nada há de errado em ser rico, desde que o dinheiro seja usado adequadamente. Mas quando se trata de pastores bispos, o cuidado deve ser redobrado. O padrão de vida dos pastores deve ser compatível ao de seus membros, prevalecendo o bom senso. O bispo deve ser reconhecido pela modéstia, hospitalidade, maturidade espiritual e bom nome na sociedade. O apóstolo Paulo recomenda que o bispo não seja avarento, não cobiçoso, não ganancioso e irrepreensível (I Tm 3). Ao que parece, os Hernandes, apesar de ensinarem a Bíblia, se esqueceram dessas recomendações tão básicas aos que almejam o episcopado.
Aos olhos dos sociólogos a explicação para o fenômenal crescimento dos evangélicos se dá pelas razões acima citadas. Em parte creio que seja isso. Mesmo nos primórdios da Igreja vemos pessoas tentando se agregar aos cristãos por motivações estranhas ao ensino de Cristo. Hoje não é diferente. De acordo com o texto da revista,os pastores atraem mais pelos seus atributos pessoais que pelo exemplo de fidelidade e amor a Jesus. São surfistas, esportistas, consultores, psicólogos de auto-ajuda. Nada de errado nisso. O problema começa quando esses atributos passam a ser referenciais aos incrédulos. Lembremos das atitudes dos nossos primeiros pais da fé. Vejamos Paulo. Paulo, em I Co 2 afirma: "A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana, e sim no poder de Deus." Paulo enfatizava o Jesus sobrenatural.Convencia multidões não porque ele era doutor ou famoso. Era ambos. Mas convencia porque viam a presença do Deus vivo nele. Paulo não era "show". Paulo se diminuia para deixar Jesus brilhar.